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DOCES E SALGADOS

09/10/2019 09:58 por Redação

Metro quadrado na construção civil sobe 0,37% e chega a R$ 1.152, em média

Diferença entre o estado mais barato (Sergipe) e o mais caro (Santa Catarina) é de 334 reais o m²

O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE em convênio com a Caixa Econômica Federal, variou 0,37% em setembro, abaixo da taxa de 0,44% registrada em agosto. Em setembro do ano passado o índice oscilou 0,45%.

Com o resultado de setembro/19, o índice acumulado em 12 meses foi a 4,42%, contra 4,50% nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor, em vigor desde 2013.

As variações mensais do INCC em 2019:

• Janeiro: 0,42%
• Fevereiro: 0,21%
• Março: 0,52%
• Abril: 0,34%
• Maio: 0,11%
• Junho: 0,35%
• Julho: 0,68%
• Agosto: 0,44%
• Setembro: 0,37%

O custo nacional por metro quadrado subiu de R$ 1.148,65, em agosto, para 1.152,87 em setembro, dos quais R$ 603,87 são relativos a materiais (+0,27% em relação a agosto) e R$ 549,00 à mão de obra (+0,47%). Em 12 meses, o custo dos materiais subiu 5,81%, e da mão de obra, 2,95%.

O Norte acusou a maior alta do INCC de setembro: 0,82%, por conta da alta na mão de obra no Amazonas.

As variações do custo da construção por região, entre agosto e setembro:

• Norte: 0,82% (R$ 1.157,07 o metro quadrado, em média)
• Sudeste: 0,55% (R$ 1.203,20)
• Centro-Oeste: 0,45% (R$ 1.154,06)
• Sul: 0,21% (R$ 1.217,74)
• Nordeste: 0,03% (R$ 1.064,53)
• Brasil: 0,37% (R$ 1.152,87)

No acumulado de 12 meses, a maior alta do INCC foi anotada na região Sul:

• Sul: 6,40%
• Norte: 5,96%
• Centro-Oeste: 4,14%
• Sudeste: 4,10%
• Nordeste: 3,66%
• Brasil: 4,42%

Alguns destaques:

• Em 17 estados o metro quadrado ficou abaixo da média nacional.
• Somente em Sergipe o metro quadrado custa menos do que 1 mil reais.
• Em 18 estados o metro quadrado já está acima de R$ 1.100: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
• Em sete deles (Rondônia, Acre, Roraima, Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal), ele custa acima de R$ 1.200.
• Santa Catarina tornou-se o primeiro estado a ultrapassar a marca de R$ 1.300 o metro quadrado.
• Em seis localidades (Roraima, Pará, Amapá, Alagoas, Bahia e São Paulo) o metro quadrado ficou mais barato em relação a agosto.
• As maiores altas de setembro foram anotadas no Amazonas (3,54%), Mato Grosso do Sul (1,73%) e Rio de Janeiro (1,68%).
• Sergipe manteve a condição de estado com o metro quadrado mais barato do país. Na outra ponta, Santa Catarina permaneceu no topo da lista de localidades com o metro quadrado mais caro. A diferença entre as duas é de 334,80 reais (332,78 reais em agosto).
• A maior variação no acumulado de 12 meses (7,72%) foi anotada em Santa Catarina. A menor foi registrada no Rio Grande do Norte: 1,70%

Os preços médios do metro quadrado por estado em setembro/19, do mais barato para o mais caro e a variação em relação ao mês anterior:

• Sergipe: R$ 989,03 (+0,12% em relação a agosto)
• Rio Grande do Norte: R$ 1.036,33 (+0,17%)
• Alagoas: R$ 1.039,62 (-0,46%)
• Pernambuco: R$ 1.039,94 (+0,01%)
• Espírito Santo: R$ 1.049,71 (+0,58%)
• Ceará: R$ 1.059,45 (+0,69%)
• Bahia: R$ 1.067,13 (-0,30%)
• Piauí: R$ 1.083,44 (+0,15%)
• Paraíba: R$ 1.095,98 (0,03%)
• Minas Gerais: R$ 1.101,08 (0,80%)
• Maranhão: R$ 1.108,40 (+0,03%)
• Mato Grosso do Sul: R$ 1.109,34 (+1,73%)
• Amapá: R$ 1.114,47 (-0,12%)
• Pará: R$ 1.135,70 (-0,07%)
• Goiás: R$ 1.137,07 (+0,46%)
• Mato Grosso: R$ 1.141,33 (+0,08%)
• Amazonas: R$ 1.141,35 (+3,54%)
Brasil: R$ 1.152,87 (+0,37%)
• Rio Grande do Sul: R$ 1.166,16 (+0,49%)
• Tocantins: R$ 1.177,44 (+0,28%)
• Paraná: R$ 1.187,56 (+0,03%)
• Roraima: R$ 1.204,54 (-0,10%)
• Rondônia: R$ 1.217,21 (+0,62%)
• Distrito Federal: R$ 1.224,14 (+1,55%)
• São Paulo: R$ 1.246,72 (+0,01%)
• Rio de Janeiro: R$ 1.258,84 (+0,09%)
• Acre: R$ 1.271,62 (+0,50%)
• Santa Catarina: R$ 1.320,67 (+2,59%)

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